quinta-feira, 12 de abril de 2012

DIGNO É O TRABALHADOR DO SEU SALÁRIO

DIGNO É O TRABALHADOR DO SEU SALÁRIO

"Digno é o trabalhador do seu salário" (Lucas 10.7) são palavras do Senhor Jesus dirigida aos obreiros do evangelho.

Os doze apóstolos foram encaminhados à missão em Israel com estas palavras de (Mateus 10.10)

Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.
Mateus 10:10 e no v.42 disse: E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão. Mateus 10:42.

Os setenta receberam a mesma recomendação (Lucas 10.7). pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.

Paulo citou as palavras do Senhor Jesus, uma vez fazendo referência à sua pessoa e aos Apóstolos em geral (1 Coríntios 9.14) Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

A forma como as palavras do Senhor Jesus aparecem em Mateus 10.10 porque digno é o trabalhador do seu alimento.
é um pouco diferente da que ocorre em outros textos:. O uso do termo "salário" (em Lc 10.7) ou "ali-mento" (em Mt 10.10) não altera o sentido básico das palavras do Senhor Jesus.

O sentido das palavras do Senhor Jesus é duplo:

O obreiro vai receber o que merece e o obreiro vai merecer o que recebe.

Ele vai receber o que merece no sentido de sua segurança pessoal: ele não vai morrer de fome. Ele vai merecer o que recebe no sentido de que não há vergonha nenhuma em ser suprido, pois ele presta um trabalho: Ele é um homem honrado e digno. Ele merece. Assim o Mestre fala aos obreiros Apostólicos de que serão supridos e honrados, por pregarem o evangelho.

O Senhor esta dizendo aos Apóstolos

"Preocupen-se com a pregação do evangelho e não com a provisão".

Este é o sentido das instruções dadas por Jesus aos seus Enviados (Mateus 10.9-11; Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos,
Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.
E, em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai saber quem nela seja digno, e hospedai-vos aí, até que vos retireis.
Lucas 9.3-4) E disse-lhes: Nada leveis convosco para o caminho, nem bordões, nem alforje, nem pão, nem dinheiro; nem tenhais duas túnicas.
E em qualquer casa em que entrardes, ficai ali, e de lá saireis.


Sobre o que não levar na viagem missionária (Marcos 6.8-10; E ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão somente um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto;
Mas que calçassem alparcas, e que não vestissem duas túnicas.
E dizia-lhes: Na casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali.

Lucas 9.3-4) E disse-lhes: Nada leveis convosco para o caminho, nem bordões, nem alforje, nem pão, nem dinheiro; nem tenhais duas túnicas.
E em qualquer casa em que entrardes, ficai ali, e de lá saireis.


. Não era necessário levar suprimentos ou dinheiro: Deus iria cuidar de tudo. Como? Eles deviam aceitar a hospitalidade e sustento temporário de uma família da comunidade visitada. Eles anunciavam a aproximação do reino de Deus e nesta qualidade deviam ser sustentados pela comunidade de ouvintes "porque digno é o trabalhador do seu salário" (Lucas 10.7).

O obreiro precisava ter fé em Deus e confiança no valor de sua mensagem para deixar por conta de Deus e da importância da mensagem a garantia de sustento.

O Senhor Jesus foi sustentado pelos que o seguiam (Lucas 8.1-3). E aconteceu, depois disto, que andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele,
E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens.


Paulo recebeu ajuda (Filipenses 4.10-20) Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.

Todavia fizestes bem em tomar parte na minha aflição.
E bem sabeis também, ó filipenses, que, no princípio do evangelho, quando parti da macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, senão vós somente;
Porque também uma e outra vez me mandastes o necessário a tessalônica.
Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta.
e salário das igrejas (2 Coríntios11.8). Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado.

A palavra salário aqui é usada metaforicamente como em Rm 6.23

“ o salário do pecado” se referindo a Ajuda material ou sustento, que Paulo recebia das igreja que havia fundado e que dava auxilio espiritual.
Os Apóstolos no fim do primeiro século eram auxiliados materialmente em seu trabalho (3 João 6). Que em presença da igreja testificaram do teu amor; aos quais, se conduzires como é digno para com Deus, bem farás;
Porque pelo seu Nome saíram, nada tomando dos gentios.


As palavras do Senhor Jesus recomendam ao obreiro uma postura de fé para que confie no suprimento, sustento e alimento que Deus vai providenciar.

DESPRENDIMENTO

. Seu alvo é a pregação e não o conforto.

É importante notar que quando O Senhor Jesus diz ao obreiro que ele vai ter o seu alimento, ele ordena ao mesmo tempo um comportamento desprendido.

As recomendações para que não fiquem mudando de local de hospedagem (Mateus 10.11; Marcos 6.10; Lucas 9.4; 10.7-8) visam proibir a busca de melhores acomodações e melhores comidas. O obreiro deve ficar contente com o que recebe. Seu alvo é a pregação e não o conforto.

Estes textos tratam de obreiros itinerantes que viajavam desacompanhados de família, ou por serem solteiros ou por terem deixado a família em casa (Lucas 18.28) E disse Pedro: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos.


Viajar com esposa certamente traria maiores necessidades (1 Coríntios 9.5). Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?


Mas em todos estes casos, o princípio permanece de que o obreiro não trabalha visando ficar rico, mas servir a Deus.

O contentamento mencionado por Paulo (1 Timóteo 6.6-10) Mas é grande ganho a piedade com contentamento.
Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.
Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.
Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
deve ser a característica do obreiro em relação ao sustento material. O desejo de ter mais é perigoso e fonte de grandes problemas. O necessário já basta.

HONRA

"Digno é o trabalhador do seu alimento" (Mateus 10.10) fala também que este sustento é algo honrado. No mundo moderno, o sustento obtido no trabalho de evangelização ou de edificação espiritual não é, normalmente, considerado como algo digno. O Senhor Jesus, porém, afirma que não há nenhuma vergonha em ser sustentado para pregar o evangelho.

De fato, é digno, é trabalho honrado diante de Deus.

A honra intrínseca ao trabalho de pregar o evangelho transparece quando notamos a subordinação dos bens materiais aos propósitos espirituais.

A coleta para os irmãos pobres de Jerusalém (Romanos 15.22-28) Por isso também muitas vezes tenho sido impedido de ir ter convosco.
Mas agora, que não tenho mais demora nestes sítios, e tendo já há muitos anos grande desejo de ir ter convosco,
Quando partir para Espanha irei ter convosco; pois espero que de passagem vos verei, e que para lá seja encaminhado por vós, depois de ter gozado um pouco da vossa companhia.
Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos.
Porque pareceu bem à macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém.
Isto lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque, se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais.
Assim que, concluído isto, e havendo-lhes consignado este fruto, de lá, passando por vós, irei à Espanha.
é anunciada como se fosse uma dívida da igreja gentílica para com a igreja judaica. Já que os judeus deram aos gentios participação nas bênçãos espirituais da salvação, não é pedir demais que os gentios retribuam materialmente através da oferta de amor para suprirem a necessidade em Jerusalém.

Paulo diz: já que o lado espiritual é mais importante, os bens materiais podem e devem ser usados para agradecer aos originadores humanos destes bens espirituais.

A mesma prioridade do espiritual sobre o material se vê na questão: "Se nós vos semeamos coisas espirituais, será muito recolher-mos de vós bens materiais?" (1 Coríntios 9.11).

O menos importante serve o mais importante: o material serve o espiritual. Paulo, neste contexto, lembrou da frase de Jesus: "Digno é o trabalhador do seu salário" (Lucas 10.7) e disse: "Assim ordenou o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho" (1 Coríntios 9.14). Receber sustento para pregar o evangelho é digno e também honrado.

"DE GRAÇA RECEBESTES, DE GRAÇA DAI"

O evangelho e a graça divina nunca se vendem (Mateus 10.8). Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.
Apesar do evangelho ser a coisa mais valiosa do mundo e de haver mandamento bíblico para o sustento de obreiros, não se trata de vender o evangelho.

A pregação deve ser feita com ou sem recursos (Filipenses 4.10-13). Ora, muito me regozijei no Senhor por finalmente reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade.
Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.
Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.


Mas, sem dúvida, o sustento do obreiro auxilia a obra e agrada a Deus (Filipenses 4.14-19). Todavia fizestes bem em tomar parte na minha aflição.
E bem sabeis também, ó filipenses, que, no princípio do evangelho, quando parti da macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, senão vós somente;
Porque também uma e outra vez me mandastes o necessário a tessalônica.
Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta.
Mas bastante tenho recebido, e tenho abundância. Cheio estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus.
O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.

O obreiro Apostólico não deve alimentar ambições de progresso financeiro ou material. Tais aspirações marcam o caráter de um homem corrupto (1 Timóteo 6.5) Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais.


. O obreiro autêntico se contenta com o necessário (1 Timóteo 6.6-8) Mas é grande ganho a piedade com contentamento.
Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.
Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.


Os obreiros Apostólicos são homens que pregam sobre o mundo vindouro; seria ridículo e contraditório se acumulassem bens no mundo presente. Além disto, o obreiro que corre atrás de dinheiro acaba por perder a fé (1 Timóteo 6.9-10) Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
.

Devemos reforçar as palavras do Senhor Jesus ainda nos seguintes pontos:

1. Honremos aos obreiros que vivem do evangelho. Gálatas 6.6 diz que o que aprende, o que é instruído, deve fazer ao que lhe ensina, participante das coisas boas que ele tem.

Isto quer dizer que o que é instruído "divida" seus bens com o que lhe ensina.

Não é certo deixar em dificuldades de sustento aqueles que nos instruem no evangelho. O auxilio material ou sustento do obreiro intinerante deve servir para honrar aquele que o recebe e não para ofendê-lo . Por isto Gálatas 6.7-10 Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.
E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.

adverte para não zombar de Deus pela negligência ao sustento dos que ensinam.

Se investimos (semeamos) apenas nas coisas pecaminosas, só haveremos de colher corrupção. Devemos semear para o que é ligado ao Espírito Santo, e então teremos os resultados na vida eterna.

Assim, é para fazer o bem a todos, começando com a família da fé, e no contexto, os primeiros a serem atendidos são os que ensinam a Palavra de Deus.

2. Não aceite extremos. Num extremo está o obreiro verdadeiro que não é atendido dignamente pelos irmãos. No outro está o mercenário que vai de igreja em igreja, conforme as melhores ofertas de obter sustento . Toda igreja local, não deveria sujeitar um obreiro e sua família a uma situação degradante, por não receber ajuda, isso é zombar de Deus e incorre em grave perigo espiritual.

Ao mesmo tempo um igreja local não deve permitir obreiros mercenários atrás de sustento.

3. Não se desculpe. Os obreiros Itinerantes não devem ceder à pressão social que qualifica seu trabalho como desnecessário ou indigno. Quem acha que o obreiro é um homem que ganha sem fazer nada, provavelmente teria feito o mesmo juízo do Senhor Jesus, se tivesse convivido com Ele. "Digno é o trabalhador do seu salário/alimento".

3. Um apelo à fé. Pregar o evangelho é o trabalho e o chamamento mais importante do mundo. A igreja tem o privilégio de mostrar sua fé no valor do evangelho sustentando financeiramente, hospedando, encaminhando, aqueles que ela mesma reconhece como vocacionados por Deus para realizar este trabalho, esta tarefa.. O obreiro também deve mostrar sua fé, confiando que Deus vai assegurar-lhe o necessário, de um modo ou de outro, para que ele continue a pregar a Palavra de Deus.

Um breve esclarecimento:

Um breve esclarecimento a respeito da palavra “honra” em 1 Tm 5.17Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina;
dentro deste contexto.

Nesta passagem, a palavra significa honra ou respeito. O contexto traz isto.

A palavra especifica no Novo Testamento para “pagamento finaceiro” ou “recompensa” são “misthos” e “opsonion”.

Estas não são as palavras usadas em 1 Tm 5.

A palavra grega para honra em 1 Tm 5.17 é “times” e significa “respeito” ou “valor”.

A palavra não significava “honorário” no primeiro século.

Ela não foi usada com esta conotação no Novo Testamento, e nem na literatura secular do primeiro século.

O texto esta indicando que os presbíteros (irmãos mais maduros, anciãos) devem ser respeitados ou valorizados pela igreja.

Esta mesma palavra é utilizada em 1 Tm 6.1Todos os servos que estão debaixo do jugo estimem a seus senhores por dignos de toda a honra, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados.

Apalavra utilizada é “time” que é usada quatro vezes em 1 Tm, e ela significa respeito em cada caso.

A palavra “timê” também é utilizada em Rm 12,10Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”.

Com certeza seria um absurdo pensar que Paulo em Romanos, estava dizendo aos cristãos para pagar salário uns aos outros.

Os presbíteros que servem bem devem ser dignos de maior honra, de maior respeito, só isso, não esta falando que eles merecem receber salários dobrados.

Paulo diz em 1 Tm 5.19 Não aceites acusação contra o presbítero, senão com duas ou três testemunhas”.

Paulo tinha em mente que o presbítero não deveria ser acusado (ou desonrado), a menos que duas ou três testemunhas confirmem a acusação.

Assim como um empregado merece dinheiro, e assim como um boi merece comida, assim também o presbítero na igreja merece dupla honra, merece ser respeitado.

Não é a questão de receber honra como todos os irmãos merecem, mas dupla honra. Isto é maior respeito ainda.

Se não entendermos assim, que Paulo não esta falando de pagamento financeiro, ou de salário, então ele estaria se contradizendo ao que ele falou aos presbíteros da igreja de Éfeso, cinco anos atrás em Atos 20.34,35 Sim, vós mesmos sabeis que para o que me era necessário a mim, e aos que estão comigo, estas mãos me serviram.
Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber”.

Paulo disse a eles para não tirar dinheiro do povo de Deus.

Amados em Cristo Jesus, se vocês decidem na vossa localidade puxar este verso para significar que o povo de Deus deve dar dinheiro (salário) para pastores, presbíteros, levitas, porteiros, secretárias...etc, vocês estão fora dos limites bíblicos, vocês estão fora dos limites da palavra de Deus.

Vocês não tem o direito de exigir isto do povo de Deus.

Esta correto e adequado a um obreiro Apostólico extra local, que conheça bem a todos os santos da igreja local, mas não ao presbítero local.

Que Deus nos abençoe, em nome do Senhor Jesus.

texto selecionado

irmãos em Rio Grande.






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